sábado, 7 de setembro de 2019

Cracóvia




Cracóvia é uma das mais antigas cidades da Polónia, onde há povoações que datam de há 20 000 a. C. Segundo reza a lenda, foi construída em cima de uma caverna de um dragão que o mítico rei Krak matou. No entanto, a primeira menção oficial do nome da cidade foi feita em 966 por um mercador judeu de Espanha, que a descreveu como um centro importante na Europa eslava.
Foi capital do governo geral nazista durante a II Guerra Mundial e mantém ainda um ar de seriedade que fica mais evidente no Campo de Concentração de Plaszow e na fábrica de Oskar Schindler. Tanto o centro histórico como o bairro judeu estão repletos de cafés, lojas e “pubs” e a Praça do Mercado, com quatro hectares de extensão, é um verdadeiro banquete medieval para os sentidos.
Situada nas margens do rio Vístula, na região da Pequena Polónia, a cidade remonta ao século VII. Tradicionalmente um dos principais centros da vida académica, cultural e artística da Polónia e um dos polos económicos mais importantes, foi Capital Europeia da Cultura no ano 2000.












































































Foto – Teresa Cruz  


















































































                         Foto de Fernanda Barreiros







                      Foto de Fernanda Barreiros







Foto de Fernanda Barreiros







Foto de Fernanda Barreiros







                    Foto de Fernanda Barreiros





                        Foto de Teresa Franco







Foto de Fernanda Barreiros





sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Wieliczka





A mina é famosa por ter uma longa tradição de visitas turísticas. Foi visitada por diversas figuras culturais proeminentes, tais como Nicolau Copérnico, Goethe, Alexander von Humboldt, Dmitri Mendeleev, Robert Baden-Powell, Karol Wojtyła (mais tarde papa João Paulo II), Bill Clinton, assim como por inúmeras pessoas anónimas.
Durante a segunda guerra mundial, as minas de sal foram ocupadas pelos alemães, como armazém para fábricas de produtos militares.
Em 1978, as minas de sal de Wieliczka passaram a figurar na lista do património da humanidade, da Unesco. Para esta eleição contribuiu a capela de Santa Cunegunda, onde é possível encontrar diversas esculturas feitas em sal, entre as quais se destaca uma estátua do papa João Paulo II. Nas visitas guiadas, é possível contemplar diversas capelas mais pequenas, assim como estátuas nos corredores, sendo a que retrata Nicolau Copérnico uma das mais populares. As minas são visitadas anualmente por mais de um milhão de turistas.